Angop - Agência de Notícias Angola PressAngop - Agência de Notícias Angola Press

Ir para página inicial
Luanda

Max:

Min:

Página Inicial » Notícias » Sociedade

15 Julho de 2020 | 19h39 - Actualizado em 15 Julho de 2020 | 19h39

Campanhas de sensibilização ajudam reduzir incêndios

Menongue - A província do Cuando Cubango registou no primeiro semestre deste ano 50 incêndios menos 27 em relação ao igual período de 2019, estando na base da redução as campanhas de sensibilização e palestras realizadas pelo Serviço de Protecção Civil e Bombeiros.

Envia por email

Para compartilhar esta notícia por email, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Corrigir

Para reportar erros nos textos das matérias publicadas, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Este dado foi avançado hoje, quarta-feira, à Angop, pelo porta-voz do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros da província do Cuando Cubango, Júlio Muliata, quando apresentava o balanço das ocorrências do primeiro semestre deste ano.

Disse que, antes da pandemia da Covid-19, o efectivo dos bombeiros realizava palestras nas escolas e igrejas, bem como campanhas de sensibilização nas comunidades sobre os a prevenção de incêndios, extinção de fogos, manuseamento de fontes incandescentes, entre outros temas, o que permitiu reduzir o número deste tipo de acidentes.

Fez saber que o município de Menongue, capital da província do Cuando Cubango, lidera a lista com 49 incêndios, tendo a negligência, fuga de gás butano, curto-circuito e fogo posto como as principais causas dos sinistros.

Sem precisar os prejuízos financeiros, o porta-voz referiu que os incêndios afectaram 21 residências, três viaturas ligeiras, três estabelecimentos do Estado e 28 incêndios ambientais.  

Júlio Muliata ressaltou, por outro lado, que no período em causa os bombeiros notificaram vinte e três casos de afogamento, tendo resultado em 22 óbitos.

Precisou que os afogamentos aconteceram nos municípios de Menongue com 19 casos (18 mortes), Cuito Cuanavale dois registos (igual número de óbitos), Cuchi um caso (uma morte) e Calai com um caso.

Segundo o porta-voz, a negligência e o desrespeito às placas de informação que delimitam as zonas balneares foram as principais razões de mortes por afogamento.

Salientou ainda que, neste primeiro semestre, as chuvas destruíram 51 residências, afectando 577 pessoas, assim como registou-se a inundação de 278 hortas.

Neste período, realçou, ocorreram ainda duas mortes e o ferimento de seis pessoas devido a descargas atmosféricas, além de dois óbitos devido a ataques de jacarés.

Assuntos Protecção Civil  

Leia também