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20 Setembro de 2019 | 11h05 - Actualizado em 20 Setembro de 2019 | 16h07

Comissão de Protecção Civil transporta alimentos para Huíla

Luanda - Duzentas e oito toneladas de produtos diversos não perecíveis serão transportadas, neste sábado, para a província da Huíla, pela Comissão Nacional de Protecção Civil para apoiar a população afectada pela seca na região.

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Bens de primeira necessidade para população afectada pela seca (Arquivo)

Foto: José Tomás Filipe

Trata-se de bens alimentares da cesta básica, de higiene e vestuário para acudir às populações mais afectadas pela seca.

Em declarações hoje (sexta-feira) à Angop, o porta-voz da Comissão Nacional de Protecção Civil, Faustino Minguês, disse tratar-se de doações provenientes da Presidência da República, através da Secretária para os Assuntos Sociais.

Na Huíla, os municípios mais críticos são os do sul e leste como Gambos, Chibia, parte da Matala (comuna do Mulondo), Jamba (Tchamutete), Quilengues e as fronteiriças do Lubango, Cacula, assim como algumas regiões do Quipungo e Humpata.

Com o mesmo propósito, no princípio do corrente mês foram transportados mais de 100 toneladas de produtos do género para a província do Cunene.   

Também para apoiar as vítimas da seca no sul do pais, o grupo de trabalhadores da fábrica de embalagens metálicas  Indupackage, sedeada na Zona Económica Especial (ZEE) no município de Viana, doou 189 litros de água potável.

A doação foi entregue à administração municipal de Viana, que por intermédio da sua área social vai encaminhar ao destinatário.

A empresa, com 31 trabalhadores, funciona desde 2013 e produz latas que são comercializadas para às fábricas de vernizes e tintas.

São vítimas desta calamidade, as províncias do Cunene, Cuando Cubango, Huila e Namibe.    

Das províncias da Região Sul, Cunene é que a enfrenta a mais severa estiagem da sua história, que já deixou mais de oitocentas mil famílias e mais de um milhão de bovinos à beira da morte.

São, no total, 857 mil 443 pessoas a viver os efeitos da estiagem e um milhão e 100 bovinos em risco de morte, por fome ou por sede. A falta de chuva prejudica a agricultura de subsistência.

Desde Outubro de 2018, as sementes não germinam e a colheita está comprometida.

Como resultado da falta de chuva, problema recorrente no Sul de Angola, 171 mil e 488 famílias enfrentam sérias dificuldades naquela província.  

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