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09 Novembro de 2015 | 19h29 - Actualizado em 09 Novembro de 2015 | 19h27

Angola: CEAST elege Dom Filomeno Vieira Dias novo presidente do órgão

Luanda - A Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST) elegeu hoje, segunda-feira, Dom Filomeno Vieira Dias, para presidente dessa organização durante a sua II plenária, relativa ao ano de 2015, em substituição de Dom Gabriel Mbilingi, confirmou à Angop o chanceler da Arquidiocese de Luanda, padre António Lungieki Bengui.

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Novo Presidente da CEAST, Dom Filomeno Vieira Dias

Foto: Angop/Arquivo

Na ocasião,  foram eleitos também bispos que fazem parte dos novos corpos directivos.

Dom Filomeno Vieira Dias é actualmente o novo Arcebispo Metropolita da Arquidiocese de Luanda. Ocupou o cargo de bispo de Cabinda desde 2005. Em Março de 2014,  foi nomeado Conselheiro Pontifício para a Cultura na Santa Sé.

A plenária da CEAST, que termina no dia 10 (terça-feira), tem ainda como assuntos agendados, a preparação da Assembleia Plenária do Simpósio das Conferências Episcopais de África e Madagáscar, a realizar-se, pela primeira vez, em Angola, em Julho de 2016.

Na abertura, quarta-feira última (4), o presidente cessante da CEAST, Dom Gabriel Mbilingi, convidou aos angolanos a transformarem a celebração dos 40 anos de independência nacional, que se assinala a 11 de Novembro, num momento de reflexão.

Disse ser necessário que se faça uma avaliação deste percurso para, em função disso, “corrigir-se o mal e potenciar o bem, de forma a olhar para o futuro com esperança”.

Dom Gabriel Mbilingi afirmou que são muitas as alegrias e desafios, com a consolidação da paz, a reconciliação nacional, a implementação de uma verdadeira democracia, justiça social, educação e saúde.

Acrescentou que o sucesso ao longo desse tempo cinge-se também na promoção das liberdades e dos direitos dos cidadãos para que os frutos da independência nacional, conquistada com tanto sacrifício, cheguem a todos os sectores e a todos os angolanos sem excepção.

O também Bispo da Diocese da Huíla  enfatizou o facto de a plenária acontecer a poucos dias do aniversário da independência nacional e ao longo deste tempo os angolanos, conquistaram a sua soberania política e económica.

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