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09 Agosto de 2020 | 18h48 - Actualizado em 09 Agosto de 2020 | 18h47

Gestão do Txinguvo optimista quanto ao futuro do projecto

Dundo - O director das operações geológicas da mina do Txinguvo, no município de Chitato, Lunda Norte, Simão Conceição, mostrou-se optimista quanto ao futuro do projecto, no que toca os níveis de produção, aumento da capacidade de geração de empregos e das receitas tributárias.

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Diamantes

Foto: Pedro Parente

Em declarações à Angop sobre o ponto de situação do projecto em prospecção desde 2017, Simão Conceição afirmou que os indicadores encontrados até agora, em 17 blocos, com uma reserva de 500 mil metros cúbicos de cascalho, reserva para dois anos de exploração, dão garantias de que o projecto terá resultados satisfatórios no futuro, quanto aos níveis de produção.

“Estamos expectantes e optimistas pelos indicadores geológicos que vimos na área, achamos que o projecto tem potencialidade e tudo para dar certo”, disse.

Avançou que indicadores representam uma reserva de 460 mil quilates de diamante, com um preço médio de 200 USD/quilates.  

Tecnicamente, acrescentou, não são reservas suficientes para entrar em fase de produção, daí a aposta da empresa em adquirir uma nova lavaria para cobrir a prospecção com amostras de grande volume, visando a descoberta de outras reservas e aumentar o tempo de vida útil da mina de dois para de dez anos.

Sem avançar valores da aquisição, disse que a lavaria com uma central que comporta duas máquinas de raio X, já está instalada falta fazer as afinações de acabamento para entrar em funcionamento, processo condicionado por causa da Covid-19.

Disse que caso seja concluída a instalação da lavaria nos próximos dois meses, a prioridade será o tratamento dos 60 mil metros cúbicos de cascalho provenientes de vários blocos.

Relativamente a produção e a facturação, Simão Conceição disse não ter uma previsão e que a mesma depende do trabalho que será desenvolvido com a nova lavaria que definirá a quantidade e a qualidade de quilates que tem em cada depósito.

Quanto aos resultados preliminares alcançados até agora, disse que desde 2018, a empresa conseguiu extrair mais de mil quilates de diamantes, o que os motiva a prosseguir com os investimentos.

Já foram investidos até agora, 28 milhões de dólares norte-americanos em infraestruturas, viaturas de apoio, maquinas, manutenções e pagamentos de salários, acrescentando que o projecto com uma concessão de 2.340 quilómetros quadrados, já empregou 295 trabalhadores, dos quais sete expatriados.

Prevê garantir nos próximos anos, mais 300 postos de trabalho, com prioridade para os jovens locais.

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