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27 Junho de 2019 | 19h32 - Actualizado em 27 Junho de 2019 | 20h04

Ministra de Estado quer Bienal como montra das potencialidades do país

Luanda - A ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira, afirmou, nesta quinta-feira, em Luanda, que a Bienal de Luanda - Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz é uma oportunidade para se mostrar ao mundo a imagem de uma Angola nova e suas potencialidades.

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Ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira

Foto: Henri Celso

De acordo com a governante, que falava na cerimónia de lançamento do evento, os participantes terão a oportunidade de conhecer a vasta e rica diversidade cultural, a história e a realidade de Angola, em franco desenvolvimento.

Para o efeito, a ministra afirmou que a realização deve engajar a sociedade civil, empresariado, agentes culturais e demais áreas como forma de se estimular a economia, cultura, turismo e o desenvolvimento sustentável do continente, construindo pontes e fomentando parcerias, a bem do progresso e do bem-estar das comunidades.

Carolina Cerqueira adiantou ainda que irá promover a imagem de África como continente berço da humanidade e a sua contribuição para a paz mundial, a amizade e fraternidade entre os povos das mais diferentes latitudes.

Mais de 15 países africanos e da diáspora, convidados de outros continentes já confirmaram a sua participação. Entre os países convidados, Egipto, Marrocos, Etiópia, Quénia, Ruanda, Mali, Nigéria, Cabo Verde, República do Congo, RDC, Namíbia, África do Sul, Brasil e Itália.

Além de manifestações artísticas e culturais dos seus respectivos países, a Bienal reunirá, na capital angolana, representantes governamentais, membros da sociedade civil, do sector privado, da comunidade artística e científica, instituições e organizações internacionais.

Com o evento tripartido (Angola, União Africana e UNESCO), o país quer promover também a harmonia e irmandade entre os povos através de actividades e manifestações culturais e cívicas, com a integração das elites africanas e representantes da sociedade civil, autoridades tradicionais e religiosas, assim como intelectuais, artistas e desportistas.

A bienal visa ainda a criação de um movimento africano que, possa disseminar a importância da cultura de paz, tendo em conta o desenvolvimento e afirmação dos países africanos em vários domínios, particularmente na defesa dos direitos humanos e das minorias, assim como o combate à corrupção.

A realização  em Angola prova a vontade política do governo em estabelecer uma cooperação  cada vez mais estreita  com a Unesco com vista a promoção  de uma verdadeira cultura de paz em África e representa o reconhecimento do exemplo de Angola no fortalecimento da Paz e da reconciliação nacional

Assuntos Angola  

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