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11 Fevereiro de 2018 | 22h01 - Actualizado em 12 Fevereiro de 2018 | 11h59

Grupos da Classe B desfilam perante diminuta assistência nas bancadas

Luanda - Ao contrário do primeiro dia (10), em que os grupos infantis se exibiram para uma plateia numerosa, neste domingo os foliões da Classe B em adultos desfilaram quase que no vazio, dada a fraca adesão do público na Nova Marginal de Luanda, preparada para 10. 360 pessoas sentadas.

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União Sagrada Esperança

Foto: Gaspar Santos

A coincidência do horário entre o início desta festa e do jogo de futebol entre o 1º de Agosto e o Platinum do Zimbabwe (3-0), disputado no Estádio 11 de Novembro, a contar para a primeira "mão" da eliminatória de acesso à fase de grupos da Liga dos Clubes Campeões Africanos talvez influenciou.

No local estão montadas cinco tribunas destinadas aos patrocinadores, sendo três com 290 lugares cada, duas com 400 assentos, uma tribuna VIP, com 290 lugares, e seis arquibancadas com mil e 400 lugares cada, para atender o público em geral, mas nenhuma ficou preenchida pela metade.

Entre as entidades na Tribuna Vip destacavam-se o secretário de Estado da Cultura para as Indústrias Culturais e Criativa, João Constantino, a Secretária de Estado da Cultura, Maria Piedade, e o governador de Luanda, Adriano Mendes de Carvalho, e convidados distintos.   

O grupo União Kazukuta do Sambizanga inaugurou a pista, quando o relógio assinalava 17h30, com 250 foliões, dançando Kazukuta, ao ritmo da canção João Lourenço, de Pedro Mateus e Sebastião Paixão, em homenagem ao Presidente da República.

Com “olhos” na subida ao escalão principal, os Unidos do Zango assaltaram a pista da com 200 exímios dançarinos do semba, com a canção “twaskidila (agradecemos)”, da autoria de Maria Cristina e interpretada por Domingas Figueira.

De seguida, entrou em acção o grupo União 17 de Setembro a dançar o semba “twadanlaufolo (queremos liberdade e paz)”, da autoria de Inácio Domingos e interpretada por Mára de Lemos, sob comando de Pedro Miranda. Marinete Mateus é a rainha deste grupo, fundado em 2005.

Preocupado com o consumo excessivo de drogas por parte da população, sobretudo, dos jovens, o grupo Etu Mudietu desfilou apelando o combate contra este vício, por ser prejudicial à saúde humana e à sociedade.

O grupo União Kwanza, com 49 anos de existência, puxou da sua experiência no Carnaval da classe B para que na edição de 2019 possa integrar a categoria A, do Entrudo da capital do país. O mesmo dançou a Kabetula, ao ritmo da canção intitulada “A ponte da Camama”.   

Enquanto isso, o União Café de Angola levou ao palco da Nova Marginal os conflitos sociais do meio rural, através da música “Maka mu Sanzala (Problemas na Sanzala), igualmente ao ritmo do semba, com uma performance susceptível de baralhar o Juri, liderado por Jomo Fortunato.  

Na sequência e ao som do semba desfilaram os grupos União Giza, União Domant, União Sagrada Esperança, União Amazonas do Prenda, União do Kilamba Kiaxi, União Angola Independente, União Povo da Samba e, finalmente, o União Twabixila, que se apresentou dançado a dizanda.  

Esta 4ª edição do carnaval arrancou sábado (dia 10) com o desfile de 15 grupos infantis, prosseguindo domingo (11), com a entrada em cena de 14 agremiações da Classe B em Adultos. Hoje é dia de descanso, e esta terça-feira acontece o Acto Central, com a exibição de 12 grupos da Classe A.

Assuntos Angola   Carnaval  

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