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Conselho Consultivo recomenda reforço do sistema de comunicação

13 Fevereiro de 2020 | 20h53 - Sociedade

Luanda- A criação de condições para o reforço do sistema de comunicação social democrático, diversificado e plural, tendentes a garantir os direitos, liberdades e as garantias dos cidadãos foi uma das recomendações saídas do XIV Conselho Consultivo do Ministério da Comunicação Social.

Os participantes ao encontro recomendaram ainda  ajustamentos ao Pacote Legislativo do sector e a sua regulamentação, adequando-o às dinâmicas sociais e incentivar a iniciativa privada a dar o seu contributo para consolidar a existência de um sistema de comunicação social democrático, diversificado e plural.

Prosseguir os trabalhos de definição e consolidação da Comunicação digital, que   poderá  passar pela criação de um  organismo regulador para o efeito e a criação de condições para o acesso a informação das pessoas de deficiência foram igualmente recomendações encontro.

Para os participantes, é ainda necessário melhorar e  modernizar a gestão das empresas do sector, por formas a torna-las mais eficazes e eficientes, bem como como apoiar os esforços do Executivo para o alcance das mudanças estruturantes no âmbito do PDN.

Prosseguir, com os departamentos ministeriais parceiros, os esforços para o aumento do raio de cobertura dos sinais de rádio e de televisão e a implantação do programa de migração digital constitui também recomendação e conclusão do evento.

Recomendaram o reforço do papel reitor metodológico do ministério sobre os gabinetes de comunicação institucional e imprensa, os serviços de imprensa nas missões diplomáticas de Angola e os gabinetes provinciais de comunicação social, para uma melhor padronização da Comunicação institucional interna e externa e a identidade visual do governo.

Nas conclusões e recomendações finais do evento recomendam ainda a necessidade de se desenvolver parceiros no âmbito da Comunicação Social com os países das regiões Central e Austral de África para A capacitação e apoio técnico e tecnológico, troca de conteúdos e mobilidade profissional.

Recomendam aos órgãos públicos de comunicação social a reposição dos correspondentes municipais para facilitar a divulgação das realizações do Executivo e factos relevantes e de proximidade em toda a extensão do território nacional.

Exortam aos jornalistas a pautarem a sua actuação nas redes sociais pelo exercício responsável do seu direito à liberdade de expressão, no estrito respeito à  Constituição  da República e a lei, bem como o incentivo ao jormalismo de investigação como vector de uma comunicação social responsável, séria, isenta  e plural.