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Regressados da RDC podem ter residências próprias ainda este ano

12 Abril de 2018 | 13h41 - Sociedade

Saurimo- Com ajuda da direcção provincial da Assistência e Reinserção Social, na cedência de chapas de zinco e blocos, os regressados da RDCongo concentrados nos centros de acolhimento do Phimbi e Samupafo, em Saurimo, podem ainda este ano construir as duas próprias residências.

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De acordo com a directora do Minars na Lunda Sul, Georgina Muandumba, a iniciativa, que prevê beneficiar mil e 640 famílias, correspondendo a um total de 432 pessoas, visa melhorar as condições de habitabilidade dos mesmos.

Os cidadãos beneficiaram do processo de repatriamento voluntário e organizado do remanescente dos refugiados angolanos na RDCongo e outras Repúblicas, que foi retomado a 4 de Novembro de 2011, sob os auspícios do Executivo angolano, em parceria com o organismo das Nações Unidas para os Refugiados (HCR) e Organização Internacional das Migrações (OIM).

Por outro lado, a responsável disse que, atendendo o momento económico e financeiro que o país vive, a instituição parou de fornecer bens alimentares aos cidadãos regressados e aos lares de idoso e infantis.

“Apesar do apoio de algumas instituições, nos últimos tempos, os centros de acolhimento dos cidadãos regressados e os lares da 3ª idade e infantis têm passado muitas dificuldades no que toca a logística, pelo que, aproveitamos a ocasião para apelar às organizações não-governamentais no sentido de apoiarem os mesmos, sobretudo com bens alimentares”, alertou.