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Serviços de saúde mais próximo das comunidades-diz ministra

25 Setembro de 2020 | 14h50 - Saúde

Luanda - A ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, disse hoje, sexta-feira, em Luanda, que desde o ano de 2019 se verifica o aumento do acesso à saúde, com a construção e apetrechamento de hospitais nos três níveis de prestação de serviços no país.

  • Ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta (Arquivo)

A governante, que discursava no acto central do 25 de Setembro, Dia Nacional do Trabalhador da Saúde, fez saber que surgiram, em 2019, 10 unidades sanitárias, dois hospitais gerais, quatro municipais e igual número de centros de saúde, um banco de urgência, oito centros ortopédicos e de reabilitação e cinco centros públicos, tendo igualmente aumentado a capacidade de atendimento, em hemodiálise, em 402 doentes por semana.

Indicou também que foram adquiridos medicamentos essenciais, produtos terapêuticos nutricionais, vacinas e outros bens de saúde pública, mantendo o compromisso de alcançar a cobertura universal de saúde.

Para reforçar a capacidade institucional, adiantou, foi realizado um investimento significativo no capital humano, com a realização de dois concursos públicos de ingresso e promoção de 2018 e 2019, tendo sido enquadrados 22 mil 343 profissionais para as áreas rurais e peri- urbana e actualizadas as carreiras de mil 337 profissionais de saúde, o que irá permitir a melhoria da prestação de cuidados humanizados.

Segundo a ministra, no âmbito da saúde materna e cuidado pré-natal, atinge-se, por essa altura, 80 por cento das grávidas, bem como melhorando o atendimento da urgência obstetrícia, com reabilitação e apetrechamento de hospitais nos 164 municípios.

Em relação ao domínio da saúde da criança, explicou que Estado assume, na totalidade, com os custos de 12 vacinas, tendo introduzido duas doze de vacinas da poliomielite inactivada injectável, o que vai permitir consolidar a imunidade contra esta doença no país.

A 25 de Setembro de cada ano comemora-se em Angola o Dia nacional do Trabalhador da Saúde, data institucionalizada em homenagem ao médico e nacionalista Américo Alberto de Barros e Assis Boavida.

Na manhã do dia 25 de Setembro de 1968, Américo Boavida foi vitimado por um bombardeamento aéreo do exército português à “Base Hanói II” do MPLA, onde se encontrava.

O seu nome é hoje associado a um hospital, situado no Distrito Urbano do Rangel, em Luanda.