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Fundo abre concurso para assegurar habitações

05 Agosto de 2019 | 16h53 - Reconstrução Nacional

Luanda - O Fundo de Fomento Habitacional (FFH) lançou, a 01 deste mês (Agosto), um concurso público para empresas prestadoras de serviços de segurança nas centralidades afectas a este órgão tutelado pelos ministérios das Finanças e do Ordenamento do Território e Habitação.

  • Cuanza-Sul: Centralidade do Sumbe (arq)

Com esta iniciativa, pretende-se manter a segurança do património  habitacional das mais de 15 centralidades do país, onde se tem registado casos de assaltos à mão armada, furtos e vandalização de viaturas.

Segundo um anúncio do FFD, publicado no Jornal de Angola, o concurso está aberto às entidades nacionais e estrangeiras, sendo que a entidade contratante tem disponível 820 milhões e 560 mil kwanzas, para executar serviços em 12 meses.

Aos concorrentes, a direcção do Fundo de Fomento Habitacional está a exigir, entre outros documentos, o certificado do Ministério do Interior que habilita a empresa a exercer a actividade de segurança em Angola.

Desde Março deste ano, o FFH tem competência para gerir todos os projectos habitacionais construídos e a ser edificados no país, incluindo as centralidades, antes geridas pela imobiliária "Imogestin.

Entre  outras  competências, o  FFH  tem  o papel de assegurar, em representação do Estado, a titularidade  dos projectos  habitacionais  ao  abrigo do  Programa  Nacional do Urbanismo  e  Habitação  ou adquiridos  com  recurso  aos  activos do fundo.

Contribuir para o financiamento  de programas  habitacionais  de interesse social,  promovidos pelos serviços  públicos, cooperativo  e privado   são, entre  outras,  competências   do  Fundo de Fomento Habitacional de Angola.

Desde 2012, Angola conta com mais de 15 centralidades, erguidas nas províncias  de Luanda,   Benguela,   Bengo,  Namibe,  Huíla,  Huambo e  outras em  fase  de conclusão  em Malanje, Cuando Cubango, Bengo, Zaire, Cuanza Norte e Lunda Sul, cujas obras de alguns desses projectos estiveram paralisadas por falta de financiamento.