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Polícia fiscal deve reforçar controlo às empresas de exploração florestal

13 Junho de 2019 | 05h03 - Política

Malanje- A necessidade de haver maior rigor por parte da Policia Fiscal, na fiscalização das empresas de exploração florestal, de inertes, assim como as ligadas à agricultura e pecuária, para o combate de fuga ao fisco e evasão fiscal, foi reforçado quarta-feira, em Malanje, pelo chefe de departamento Técnico Tributário da Segunda Região, Ambrósio Quizedioco.

Falando no acto de encerramento das Jornadas alusivas ao 23º aniversário da Polícia Fiscal, que se assinalaram quarta-feira, Ambrósio Quizedioco, sublinhou que o actual momento económico do país exige a conjugação de esforços entre a Administração Geral Tributária (AGT) e a Polícia Fiscal.

O responsável apelou a Polícia Fiscal a proteger a sociedade contra produtos contrafeitos, assim como a defender o património artístico e cultural do país.

Por sua vez, o comandante provincial da Polícia Fiscal, superintendente Tiago Gervásio, reiterou a prontidão dos efectivos daquele órgão no combate contra os agentes económicos que, na ânsia do lucro facial, ignoram os regulamentos tributários, fomentando a alta informalidade, o que provoca grandes prejuízos ao Estado.  

Frisou que apenas 6 crimes de contrabando de circulação foram registados nos últimos 12 meses, fruto das acções que têm sido desenvolvidas pela corporação.

Apontou o controlo da alta informalidade, a formação técnica e profissional dos efectivos e o contínuo aprimoramento dos métodos de actuação como sendo os principais desafios da Polícia Fiscal.  

As jornadas alusivas ao 23º aniversário da Polícia Fiscal decorreu sob o lema “No âmbito da implementação do plano de instrução operativa e patriótica da Polícia Nacional, reforcemos a fiscalização externa no quadro do alargamento da base tributária, contribuindo na arrecadação de receitas para o OGE”.