Angop - Agência de Notícias Angola Press

MPLA adverte sobre falsas informações contra Angola

01 Dezembro de 2016 | 19h23 - Política

Luanda - A direcção do MPLA alerta todos os cidadãos e a opinião pública internacional, a estarem atentos à circulação de falsas informações contra Angola, que encontram terreno fértil nas redes sociais, e pede para que se dê somente crédito às comunicações divulgadas pelas entidades oficiais do Estado angolano.

  • Bandeira MPLA

Esta advertência vem expressa numa nota de imprensa distribuída hoje, quinta-feira, em Luanda, na qual se aponta círculos afectos a sectores da oposição ao MPLA e ao Governo angolano de estarem a servir-se das redes sociais para especular sobre o estado de saúde do Presidente da República, José Eduardo dos Santos.

“Nunca é demais repetir que, mediante o cumprimento da sua agenda, o Presidente José Eduardo dos Santos tem dirigido, pessoal e directamente os trabalhos dos órgãos e organismos de cúpula do MPLA e do Estado”, esclarece o documento chegado à Angop.

Das actividades orientadas pelo estadista, a nota menciona as reuniões do Bureau Político, que hoje teve lugar, e do Comité Central do partido, do Conselho de Ministros e das suas comissões, tal como a que ocorreu na quarta-feira, 30 de Novembro, no Palácio Presidencial, em Luanda.

“Claro está que o objectivo número um dos inimigos da paz é o de semear a confusão no seio do povo angolano e desencorajar os investidores internos e externos, numa altura particular em que o Governo angolano acaba de negociar, com as autoridades da República Popular da China, financiamentos que vão ajudar a alavancar a economia angolana, designadamente no sector das infra-estruturas do país e se prepara para a realização das Eleições Gerais, que terão lugar em Agosto do próximo ano”, realça.

Por outro lado, a direcção do MPLA exorta os militantes, simpatizantes e amigos do partido a fortalecerem a unidade e a coesão em torno do Comité Central e do Presidente José Eduardo dos Santos, “elemento essencial para vencermos os desafios que se colocam na via do fortalecimento da democracia e da melhoria constante do bem-estar de todos os angolanos”, conclui.