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MINJUD quer associações estudantis ao serviço do país

14 Agosto de 2019 | 15h09 - Educação

Luanda - A ministra da Juventude e Desporto, Ana Paula do Sacramento Neto, apontou, nesta quarta-feira, em Luanda, o associativismo estudantil como um dos alicerces para a uma ampla participação dos jovens no desenvolvimento social e económico do país.

Ana Paula do Sacramento Neto, que falava na abertura do Fórum “O movimento associativo estudantil angolano”, adiantou que o Estado promove e incentiva a criação de plataformas juvenis e estudantis, por serem parceiras primordiais na dinâmica e materialização dos direitos e políticas para a referida franja.

“Os movimentos associativos juvenis e estudantis sempre contribuíram, com quadros de referência e de reconhecida qualidade, revestidos de notável patriotismo e cidadania, comprometidos com o bem comum que muito fizeram e até hoje fazem para o engrandecimento do país”, sublinhou.

A governante destacou ainda a necessidade de os membros das associações estudantis manterem a organização cada vez mais forte e sólida, por serem elementos fundamentais na transmissão de princípios e valores.

Mostrou-se preocupada com o oportunismo de alguns estudantes que se apresentam como representantes legítimos de movimentos estudantes, solicitando diversos apoios, bem como casos de líderes que não respeitam os estatutos e normas internas da organização.

O fórum, uma promoção do Instituto Angolano da Juventude (IAJ), em alusão ao Dia Mundial da Juventude (12 de Agosto), teve como objectivo criar um amplo movimento de reflexão à volta dos novos desafios das organizações juvenis e estudantis e o seu contributo para o desenvolvimento do país, bem como promover uma maior interacção entre os estudantes e as plataformas estudantis, reforçar a capacidade organizacional e de liderança dos responsáveis.

O encontro, que contou com a participação de representantes do ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação e de estudantes de diversas  universidades públicas e privadas, visou igualmente despertar as organizações juvenis sobre o seu papel de advocacia diante dos órgãos que velam pela implementação das políticas para a juventude e direitos dos estudantes.