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Ministra encoraja valorizarização de recursos turísticos

09 Outubro de 2019 | 18h05 - Economia

Lubango - A ministra do Turismo, Ângela Bragança, encorajou nesta quarta-feira, no Lubango, os operadores turísticos a criar meios para valorizar mais as potencialidades turísticas existentes na província. ,

  • Huíla: Ângela Bragança - ministra do turismo

Segundo Ângela Bragança, a valorização dos recursos vai permitir transforma-los em produtos turístico de grande projecção, que atrairá visitas e viagens de turistas, gerando receitas e empregos.

A ministra falava durante um encontro com operadores turísticos da região, para avaliar o estado do sector na província, disse ser necessário fazer uma avaliação do que constitui a “âncora” do turismo local, defini-la e transforma-los em bens de atracção turística, para o lazer e gerar receitas e empregos.

Afirmou que cada visita ao monumento de Cristo Rei, à Fenda da Tundavala deve traduzir-se na geração de alguma receita para o país e mais empregos.

“É necessário investir em Angola e é o investimento privado que vai fazer crescer o país. Temos de acarinhar o investimento e tentar tirar o melhor rendimento para a resolução dos problemas que o país enfrenta”, realçou.

Declarou que a participação do governo da província é fundamental para relançar o sector do turismo, uma vez que já existe uma classe empresarial “forte” que, não obstante à crise, está firme e continua ousada nos seus projectos e acções.

Reconheceu existir um défice de infra-estruturas, como estradas, energia, água, entre outros factores, uma  uma tarefa em que o Ministério vai trabalhar com os outros departamentos ministeriais, com vista a encontrar soluções viáveis, para potenciar e dinamizar o turismo.

Por sua vez, a directora comercial do Hotel Serra da Chela, Nádia Máquina, presente no encontro, frisou que o mesmo vai servir de impulso, trazendo a possibilidade da província se tornar numa potência turística.

Segundo a Organização Mundial do Turismo, perto de 10% dos empregos no mundo são provenientes do sector, que mexe com pelo menos 1,4 mil milhões de pessoas a nível mundial.