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Ministro quer utilização efectiva da base da Pumangol

08 Novembro de 2019 | 18h51 - Economia

Luanda - O ministro dos Recursos Minerais e Petróleos, Diamantino Azevedo, pediu nesta sexta-feira, um entendimento urgente entre a Sonangol e a Pumangol para o início da utilização efectiva da base de combustíveis da Pumangol, em Luanda.

  • Ministro dos Recursos Minerais e Petróleos, Diamantino de Azevedo.

Falando à imprensa, depois de um encontro de acerto com as direcções das duas companhias, o governante quer ver ambas partes a cumprir as promessas feitas durante o encontro, em 2020.

A base com um investimento de 500 milhões de dólares americanos, onde a Sonangol detém perto de 27%, tem uma capacidade de armazenamento de perto de 300 mil metros cúbicos de derivados de petróleo, sendo usadas em apenas 20%.

De acordo com o governante, são instalações modernas e que praticamente não estão a ser utilizadas.

“Iniciou-se o processo de utilização das instalações a um nível ainda bastante baixo, mas nos foi prometido que até ao dia 2 de Abril de 2020, tudo estará concluído e as instalações passarão a ser usadas dentro daquilo que é a sua capacidade total”, disse.

Segundo afirmou, o Estado gasta mais com a utilização de armazenagem flutuante do que em terra, tendo em conta a capacidade de armazenamento no mar ser considerável ainda, que rondam aos 340 mil metros cúbicos.

Por seu turno, o PCA da Sonangol, Sebastião Martins, disse que o aumento da produção tem a ver com as tarefas que devem ser realizadas no upstream e que o Estado está a fazer na qualidade de empresa nacional é identificar as áreas que têm potencialidades para poder aumentar os níveis de produção.

Por outro lado, o director geral da Pumangol, Patrício Echavago, assegura que em função da infra-estrutura, tecnologia e as suas capacidades, tem estado a investir bastante no capital humano, sendo a sua força de trabalho e equipas de gestão, constituídas maioritariamente por angolanos.