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Polidesporto: Treinadores do Petro realçam trabalho de base do clube

14 Novembro de 2017 | 19h40 - Desporto

Luanda - Os treinadores do Petro de Luanda Beto Bianchi, Lazaré Adingonó e Vivaldo Eduardo enalteceram hoje, na capital, o trabalho efectuado nos escalões de formação no clube, o que tem contribuído para o surgimento de novos valores, quer para as equipas seniores da agremiação quer para as respectivas selecções.

  • Treinador do Petro de Luanda, Beto Bianchi
  • Treinador do Petro de Luanda, Lazaré Adingono
  • Vivaldo Eduardo, treinador do Petro de Luanda


 

 Os técnicos falavam em conferência de imprensa de balanço da época recém-terminada, decorrida na sede tricolor.  


Para o camaronês Lazaré Adingono, técnico da equipa sénior masculina de basquetebol  do Petro de Luanda, os atletas que vieram da base conseguiram se  firmar nos seniores em pouco tempo e muitos deles já são referências, como Gerson Gonçalves, Childe Dundão, Joaquim Pedro, Pedro Bastos, Teotónio Dó, entre outros.

“Apesar das constantes saídas a nossa estrutura continua forte, tudo porque os treinadores da base têm estado a trabalhar arduamente”, disse, realçando que a presença de jogadores jovens do Petro de Luanda nas selecções de juvenis e juniores mostra mais uma vez que a escola do  clube continua a lançar novos talentos para a equipa sénior.

Apesar de não conquistarem qualquer título, o técnico fica satisfeito, por cumprirem com os objectivos da direcção, que passavam por ficar nos três primeiros lugares na classificação geral.

Já o brasileiro Beto Bianchi, treinador equipa sénior de futebol, realça que os o atletas recém promovidos à formação principal ou mesmo os que fazem dupla categoria não têm estado a comprometer, dando sempre o seus contributos quando são chamados.
Na final da Taça de Angola, o Petro fez actuar um atleta de apenas 17 anos, o Pedro, que deu muito boa conta de si, argumentou.

Disse que depois da conquista da Taça de  Angola, no último sábado, a aposta é lutar para o apuramento à fase de grupos na Taça da Confederação, embora esteja ciente das dificuldades.

Por sua vez, o técnico da formação sénior feminina de andebol, o angolano Vivaldo Eduardo, referiu que, mesmo com poucos recursos financeiros, o andebol tricolor encontra-se num bom caminho.

“Mesmo com a saída que tivemos num passado muito recente continuamos a trabalhar no sentido de vencer  provas  nacionais e pensar em regressar às competições africanas”, frisou.
 
 
O Petro continua a formar e bem. Os exemplos mais visíveis são Ríssia Oliveira, Vilma Nenganga e  Natália Kamalandua, que chegaram à selecção nacional de sénior e conquistaram o seu espaço, daí a constante convocatória para as provas internacionais.