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Governo busca investimentos para áreas de conservação

14 Fevereiro de 2020 | 14h19 - Ambiente

Luanda - O Ministério do Ambiente quer investimento nas áreas de conservação do país para rentabilizar as zonas e fomentar o turismo nacional, disse, nesta sexta-feira, em Luanda, o director-geral do Instituto Nacional da Biodiversidade, Aristófanes Pontes da Cunha.

  • Parque da nacional da Kissama

No país existem 14 áreas de conservação distribuídas em nove parques nacionais, um parque regional e quatro reservas naturais que precisam de investimentos para o seu aproveitamento.

Para isso, disse que o Executivo gizou um programa que visa reabilitar e proteger as áreas de sustentabilidade ecológica que passa pela criação de condições, formação de fiscais, criação de novas áreas de conservação e de uma estrutura de monitorização e comunicação, alinhado com outros sectores.

“E é aqui onde entram os possíveis investidores para a captação de investimentos para se criar condições nas áreas de conservação e receber turistas que podem alavancar a economias nacional”, reforçou.

Aristófanes Pontes disse que há muito por se explorar em Angola, mas que se precisa de condições de infra-estruturas, vias de acesso, centros de observação, vigias e guardas, restauração, comércio e comunicação para estimular o sector.

Para os investidores nacionais, a ideia é bem-vinda, mas passa pela aplicação de políticas para maior abertura ao empresariado, através da banca, para a concepção de crédito, e fortalecer o turismo interno e depois abrir-se aos estrangeiros.

O encontro, organizado pelo Instituto Nacional da Biodiversidade e Áreas de Conservação (INBAC), reuniu potenciais investidores nacionais na busca de soluções para o fomento da protecção e exploração da fauna e flora angolana.