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Cuanza Sul com quatro zonas da desova da tartaruga marinha

25 Outubro de 2018 | 13h07 - Ambiente

Sumbe - Quatro zonas de desova da tartaruga marinha estão cadastradas pela autoridades ambientais na província do Cuanza Sul e devem ser defendidas por meio do reforço da educação ambiental - disse o director do Gabinete Provincial do Ambiente, Correia da Silva.

  • Tartaruga gigante

Correia da Silva, que falava hoje no Sumbe, salientou que os locais são a praia do Quicombo, marginal do Sumbe (ambos no Sumbe ), foz do Rio Longa e nas proximidades da empresa PAENAL /HEEREMA (ambos no Porto Amboim).

Lembrou que a sobrevivência da tartaruga marinha depende de projectos de preservação, com ajuda do Instituto Marinho, Capitania, Polícia Nacional, que incluem o desencorajamento da sua captura, construção nas proximidades e iluminação que provocam desorientação dos animais.

Afirmou ser necessário, tendo em conta que maior parte da zona litoral é habitada por pescadores, haver disseminação das informações a essas pessoas para que as tartarugas marinhas possam recuperar seu ciclo de vida, multiplicar-se e ter condições adequadas de vida. 

Em Angola existe a tartaruga verde, de couro, careta, oliva e imbricata. A couro, que chega a pesar 900 quilogramas, é rara no mundo, por isto está em risco de extinção.

A espécia que mais desova no país é Lepidochelys Olivacea (nome científico da oliva).